11ª COLUNA

ODONTOLÓGICA

RIBEIRO                                                                                               ODONTEX

 

A PRÓTESE QUE REVOLUCIONOU A ODONTOLOGIA

 


Alguns pensam que a maior revolução da Odontologia no século passado, o XX, foram os implantes osseointegrados, que terminaram a década 90 como a grande sensação da arte e ciência de Fauchard.
 

Ledo engano. Bonita esta palavra. Vejo os outros usarem e não resisti à tentação, mesmo não sabendo seu significado. Fui ao dicionário e fiquei triste. Quer dizer alegre, contente, jubiloso. Mas vale o engano.
 

A maior revolução da Odontologia foram as próteses sobre implantes ou mais especificamente os parafusos para fixá-las, pois permitem remoção periódica, para melhor trabalho de manutenção e controle.
 

Como os implantes não têm recidiva de cárie e por muitas vezes os tecidos epiteliais juncionarem nas suas superfícies lisas, brindam um melhor prognóstico, além de menor risco da perda dos pilares de sustentação, se comparadas com as convencionais.
 

Também inovaram por permitir a reabilitação de um só elemento perdido, sem tocar nos dentes vizinhos. Se por um lado diminuem os trabalhos de endo, por outro promovem mais trabalho para outros especialistas: o radiologista, o cirurgião, o protesista e o periodontista para sua manutenção.
 

Afora isto, garantem mais trabalho para os TPD’s e APD’s por requerem soluções que demandam um serviço que agrega mais valor do que as próteses totais e removíveis. Também para ACD’s e THD’s garantem mais trabalho, por ser difícil a um implantodontista ou protesista realizarem seus trabalhos sem o concurso delas.
 

Como tudo que evolui, logo tende a se elitizar, as próteses sobre implantes também experimentaram esta tendência, obrigando a compra de kits, torquímetros e outros apetrechos, elevando os orçamentos a níveis restritivos.
 

Pela tendência de mercado, considerando que nosso país ainda é de terceiro mundo, embora em franco desenvolvimento, existe hoje uma tendência por soluções híbridas, onde em casos indicados e por questões econômicas, as próteses sobre implantes poderem ser realizadas exatamente nos moldes das convencionais.
 

Nestes casos qualquer clínico geral pode intervir sem ter que fazer cursos de especialização ou comprar kits e similares. Basta um munhão que parafusado aos implantes, funciona como um coto ou núcleo metálico e uma réplica para confeccionar o modelo de gesso.
 

Estes munhões servem como postes de moldagem, pilares de transferência e como provisórios. Permitem desgastes e correções de pequenos desparalelismos, estando indicados sempre em próteses esplintadas.
 

Por demandarem menor quantidade de componentes, são mais econômicas também porque qualquer protético pode executá-las, sem maiores complicações e obviamente com custos de próteses convencionais.
 

Aos mais antigos da implantodontia ficará fácil lembrar como eram as próteses no início dos implantes. Simples e baratas. A maioria em sobredentaduras e próteses que ficaram conhecidas como protocolo.
 

Voltando aos parafusos, as soluções foram se sofisticando e hoje algumas requerem componentes que custam mais de R$ 250,00 por elemento e obviamente custos laboratoriais proporcionais.
 

Neste novo quadro, o importante é poder atender as três realidades. Os que podem mais, os que podem menos e a classe média. Provavelmente nisto está o grande segredo do sucesso das próteses sobre implantes: ter soluções para tudo e para todos.
 

Por isso ela é a grande sensação dos consultórios, por estar ao alcance de todos os CD’s e por ser hoje defendida por quase 100% dos profissionais, a ponto de ser fator de seleção. Quem não faz, arrisca a ficar por fora da preferência da maioria dos clientes.
 

Principalmente considerando-se que nas próteses está aquilo que o paciente mais quer: repor dentes perdidos. Não são implantes que ele busca. A maioria quer próteses boas, bonitas e baratas. A minoria, sofisticadas e caras.
 

Dentro deste novo contexto, que de novo só tem a constatação, o profissional de hoje, precisa ser bom de prótese. Inclusive para planejar melhor os seus casos, de acordo com as pretensões e disponibilidades dos clientes.
 

Nisto está o sucesso dos implantes e das próteses sobre implantes. Pelo planejamento passa o destino dos implantes. Presente e futuro. Inclusive no encaminhamento da carreira dos que pretendem se fixar como bons profissionais.
 

 

ANTÔNIO INÁCIO RIBEIRO, Diretor da Odontex, Doutorando em Administração de Marketing pela Universidade La Rioja - Espanha; Mestre executivo em Marketing pelo ISAE da Fundação Getúlio Vargas, Especialista em Marketing pela PUC do Paraná; Habilitado ao Magistério no Ensino Superior pela PUC do Paraná; Pós-graduado em Vendas e Marketing pela ADVB - Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil; Administrador pela Universidade Mackenzie de São Paulo e Autor dos livros "Marketing para o Profissional Liberal", "Segredos ao Sucesso" e "Marketing ao Sucesso" além de 26 outros nestas áreas.  

Clique aqui para ver currículo completo do Ribeiro, seus livros e artigos

 

PEDIDOS PELO FONE 41. 3264.44.55

 

ou pelo e-mail vendas@odontex.com.br

 

 

Este e-mail não é spam, por conter assunto de interesse da sua profissão.

 

Se não desejar mais recebê-lo, apenas responda com um REMOVER.