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Comércio de Livros
e Implantes
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BOLSA DE IDÉIAS
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Oportunidade altruística para os pensadores e
práticos disponibilizarem algum macete, dica, método,
procedimento, técnica ou outra criatividade de sua autoria,
elaboração ou aprimoramento, no objetivo de compartilhar com os
colegas de profissão, uma solução para problemas que provavelmente
atingem a todos ou a uma maioria, que desta forma terão
encaminhadas alternativas de melhora para o seu exercício
profissional.
As inserções de idéias são gratuitas e
estarão disponíveis indefinidamente na secção, figurando as mais
novas por primeiro e as anteriores a seguir, facilitando desta
forma os que regularmente acessarem a página e secção, evitando
que tenham que reler as antigas. Na medida em que a secção passar
a ter um volume grande de idéias, estas poderão vir a ser
aglutinadas por áreas de afinidades ou especialidades.
Eventualmente poderão ser publicadas em forma de livro, como as
“500 Dicas em Implantodontia”, que começou com 100 dicas e teve
cinco edições, citando-se sempre seu autor, como forma de
reconhecimento e agradecimento pela contribuição.
Para melhor organização e facilidade na
escolha de leitura, sugerimos que as idéias sejam apresentadas
aproximadamente no modelo a seguir, exclusivamente por questões de
eleição para os leitores:
TÍTULO DA IDÉIA,
especialidade a que mais se aplica ou clinica geral se for o caso,
descrição sucinta da idéia, aspectos a considerar na sua aplicação
e fatores para se atingir melhor os resultados pretendidos, nome
do autor, telefone e/ou e-mail.
EXEMPLO
ESCOLHA DE ESPECIALIDADE, aos clínicos gerais
ou recém formados em fase de escolha ou decisão por uma
especialidade, para não incorrer em erro, é oportuno que antes de
fazer um curso de especialização, com seus altos gastos
decorrentes e dispêndio de tempo, façam um estágio em consultório
de um especialista ou trabalhem na especialidade em uma
policlínica, para avaliar se o exercício da mesma em forma
exclusiva, corresponde ao imaginado pelo simples quase teórico
dela na graduação ou seu exercício parcial na clínica geral.
Inclusive em seus aspectos de necessidades em investimento
inicial, obtenção de pacientes e retorno econômico. Antes da
decisão definitiva, consultar no mínimo cinco colegas da
especialidade em questão, de preferência desconhecidos. Antônio
Inácio RIBEIRO, Tel.: 41.3264.4455, Fax: 41.3263.3300 ou
ribeiro@odontex.com.br
Receberemos com prazer sua opinião sobre este
nosso novo serviço de utilidade à classe odontológica e suas
participações na forma de anúncio classificado gratuito. Para
canalizar todos os envios destes anúncios e facilitar o
operacional dos mesmos, solicitamos que sejam todos encaminhados à
odontex@odontex.com.br antecipando que em havendo muita
procura, será criado um e-mail específico só para a nova secção de
CLASSIFICADOS gratuitos Odontex.
BOM USO A TODOS !
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SALÁRIO MÍNIMO NO ANO NOVO |
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Alegria de percentual significativo da classe
trabalhadora, o aumento do salário que ultimamente não tem sido motivo de
muita comemoração por serem pequenos os índices, poderia ganhar uma
motivação extra com a adoção de uma idéia simples e sem nenhum ônus:
trazer todas as datas base para 1º de janeiro, em todas as categorias.
Aos alarmistas de plantão relembro que o próprio
salário mínimo antes era regional, com diferentes valores nas diversas
regiões brasileiras e que por algum tempo motivou o movimento migratório
do norte e nordeste para o sul e o sudeste, na busca natural por melhores
salários. E sua unificação se fez sem problemas e hoje nem é mais
lembrada.
Esta unificação em 1º de janeiro teria por objetivo a
busca de um maior equilíbrio nos percentuais, já que sendo feita na mesma
data, tender-se-ia a um equilíbrio de percentuais, considerando-se que os
índices são baseados nos mesmos elementos, evitando assim que algumas
categorias tenham aumentos tão maiores que outras e isto ser motivo para
“greves de ciúme”, porque a outra “ganhou aumento maior do que a nossa”.
Isto se acentua nos servidores públicos e de
estatais, que hoje são os que mais greves prejudiciais à população fazem,
inclusive por que todos, naturalmente, acham que deveriam ter um
percentual maior de reajuste. A coincidência de data base faria com que
gradativamente os percentuais fossem mais próximos e as disparidades
menores, inclusive porque algumas são fruto de maior “lobby” ou “poder de
barganha” de algumas categorias.
Na medida em que a coincidência de reajustes se
estabilizar, haverá natural migração dos que querem sempre ganhar mais,
para as profissões de maior oferta salarial, fazendo por lei de mercado
que este excesso de demanda, faça diminuir a oferta e promovendo uma
natural tendência ao equilíbrio salarial.
Isto já aconteceu nas profissões liberais, primeiro
com os médicos, depois com os engenheiros, após com os advogados e agora
com os dentistas. Aumentou significativamente a procura por estas
profissões, a ponto de o excesso de oferta fazer com que os preços por
eles praticados, baixassem naturalmente.
A proposta não tem por objetivo baixar salários, mas
sim buscar mais equilíbrio entre as diversas atividades, este sim um
sentido democrático. Na medida em que todos os salários fossem
equilibrados em uma mesma data de reajustes, o próprio mercado tenderia a
equilibrar seus preços com uma única e coincidente alteração anual. E este
poderia ser um passo para encurtar a distância entre os máximos e mínimos,
já que está difícil subir o mínimo.
Estas coincidências deixariam o mercado, quer na sua
remuneração, quer na prática de preços, mais harmônico e menos factível a
especulações. Inclusive na guerra de planilhas de custos dos serviços
essenciais, que determinam suas variações de preços, por conta de
apontarem num mesmo momento, as mesmas variáveis.
O primeiro exemplo bem poderia ser dado pelo próprio
salário mínimo, que já há alguns anos tem seu valor apontado bem antes do
1º de maio e que por conta disto e de seus percentuais, já não mais
provoca os imaginados impactos de antigamente. Esta medida faria,
naturalmente, com que vários indicadores passassem a ser influenciados por
esta nova base, por ser ele, também, um indicador na economia.
Seria um bom pretexto para se unificar, também, as
datas bases dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário,
evitando-se assim os desajustes por conta das equivalências e isonomias. O
mesmo devendo acontecer com os militares e aposentados, para que a lei
seja igual para todos, dentro do dispositivo constitucional, pelo qual
todos são iguais perante a lei.
Inclusive no tocante ao legislar em causa própria,
que por uma questão de segurança, poderia sempre que se envolvessem
aumentos dos salários, terem estes que serem aprovados em instância
superior. Ou seja, vereadores pelos deputados estaduais, estes pelos
federais, os quais seriam referendados pelos senadores e destes pelo
Presidente da República, que deveria, por lógica, ter sempre o maior
salário da Nação e a responsabilidade por todos os salários pagos a seus
servidores.
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NASCER BURRO É UM DIREITO,
SER INTELIGENTE, UM DEVER !
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Agora que nossa economia começa a dar sinais positivos para o mundo e que
estamos sendo considerados por analistas internacionais como um bom lugar
de investimentos, é chegado o momento de darmos um salto cultural e
conquistarmos os dividendos do maior patrimônio dos tempos modernos: o
conhecimento.
Neste sentido não podemos imaginar que só a formação
resolve, o que vem se comprovando cada vez mais, na medida em que ter o
segundo grau completo não é mais garantia de empregabilidade e ter
concluído uma faculdade, não garante mais sucesso na carreira.
Conversando dez minutos com uma pessoa, podemos saber
se ela lê ou se tem dificuldade de comunicação, por falta de leitura e por
conta disto, ter toda uma limitação para expor e demonstrar seus
conhecimentos, habilidades e capacitações. Quem lê fala bem, quem lê mais
fala melhor, quem muito lê, ganha mais. Esta é uma avaliação intuitiva que
fazemos, por ser um indicador de futuro.
Sabidamente somos um povo que pouco lê. Trabalho há
mais de 35 anos com a venda de livros e me assusta o fato de constatar a
cada ano, que cada vez se lê menos em nosso país. Nas vezes em que estive
na Europa, sempre me chamou atenção a quantidade de livrarias e a
quantidade de gente lendo nas praças, nos ônibus e trens, nos cafés e em
muitos outros lugares inimagináveis.
Hoje quando vejo este salto econômico e tecnológico
da Comunidade Européia, entendo mais facilmente o porque. É uma questão
cultural, de formação e informação. Detentores de conhecimento, os
europeus têm um nível melhor e por conta disto se adiantam ao mundo na
maioria dos setores.
Para que possamos dar um salto e sair desta situação
em que nos encontramos, precisaríamos de um “choque cultural”. Condição
para que isso acontecesse, poderia ser uma parceria entre todas as
empresas, grandes ou pequenas e seus empregados, incluindo-se entidades e
órgãos públicos: as empresas bancando 15 minutos de leitura por dia e seus
empregados entrando com mais 15, num total de 30 minutos diários
obrigatórios de leitura.
Sem dúvida, isso levado a sério, em todo o país,
podendo até ser uma medida provisória, daquelas por tempo determinado: um
ano para criar o hábito, seria uma overdose cultural, um porre de
conhecimentos, talvez único caminho para sairmos deste marasmo cultural em
que nos encontramos.
As empresas progressivamente iriam constituindo cada
uma a sua biblioteca, que para não envolverem grandes custos de início,
poderiam recorrer a sebos e pontas de estoque ou a doações e empréstimos
pelos próprios funcionários dos livros já lidos que possuem, para num
segundo estágio saírem em busca dos grandes autores e “best sellers”.
Em poucos meses aconteceria uma revolução cultural,
que poderia levar os antes lerdos e desinteressados, agora motivados pelo
conhecimento, a sair em busca de novas soluções e alternativas para
melhorar a produtividade ou simplesmente desempenhar melhor a suas
funções.
Para fazer frente ás objeções e exceções que
certamente aparecerão, os que provarem estar estudando, poderão a seu
critério ser dispensados ou usar este horário para estudar suas matérias
escolares, o que seria, também, outra boa idéia para que empresários
incentivem os estudos dos trabalhadores.
Os analfabetos usarão este horário para meia hora de
alfabetização dadas pelos próprios funcionários alfabetizados, que por
isto optando, estarão dispensados da leitura. Com estas iniciativas se
estaria iniciando uma revolução cultural que poderia mudar os destinos de
nosso país e nos incluirmos no primeiro mundo.
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ACERTANDO OS PONTEIROS |
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Desde pequenos nos acostumamos com certas coisas e por nos serem quase que
impostas nem as questionamos, quanto a sua razão, justificativa ou
validade. Simplesmente aceitamos e pronto. Muitas vezes com prejuízos
decorrentes e outras sem auferir vantagens que algumas mudanças poderiam
trazer.
A mais característica destas situações é justamente
quanto ao horário de trabalho. Ou ele nos é imposto ou nos adequamos a
ele. Quando temos oportunidade de fazermos o nosso, ele quase sempre é da nossa
conveniência e nem sempre um aproveitamento da situação que o determina.
No sentido de otimizar a utilização do tempo nos
vários setores e permitir com isso que todos dele tenham vantagens e
facilidades, propomos na idéia de hoje, uma grade de horários envolvendo os
grandes grupos de atividades. Evidentemente por se tratar de Brasil, o que
mais vai se discutir serão as exceções.
Mas só o fato de com estes debates se questionar,
avaliar e analisar vantagens individuais de cada segmento e buscar
consenso no que podem ser as grandes linhas coletivas de maior e melhor
aproveitamento do tempo, já se estará dando um grande passo na direção do
maior valor dos tempos recentes: o próprio tempo.
INDÚSTRIA
7
às 11 almoço 13 às
17
ENSINO
8 às 12 almoço 14 às
18
COMÉRCIO
9
às 13 almoço 15 às
19
SERVIÇOS
10 às
14 almoço 16 às
20
SHOPPING
11 às
15 almoço 17 às
21
Num primeiro momento, algumas categorias poderão se imaginar prejudicadas
por esta ou aquela razão. Mas o importante é se analisar que com as
vantagens coletivas, cada categoria terá vantagens decorrentes. A primeira
delas num uso mais racional das vias de transporte, um patrimônio coletivo
e de uso comum a todos os cidadãos.
Com este escalonamento geral de horários, as mesmas
ruas e avenidas serão usadas por todos em horários diferentes, diminuindo
ou eliminando o caos dos chamados horários de pico, com a simples atitude
de se colocarem nas ruas ônibus e automóveis em horários escalonados,
distribuindo os momentos de maior intensidade.
Com certeza a maioria terá de meia a uma hora menos
dentro dos meios de transporte, em cada sentido de locomoção, uma perda de
tempo e um desgaste emocional estúpido, que geraria para cada pessoa uma
economia de tempo de quatro a oito horas semanais. Exatamente meio ou um dia de
trabalho, na maioria dos casos.
Afora este aspecto diretamente relacionado com o
estresse, gerador desde violência a hipertensão, o benefício maior seria a
menor produção do monóxido de carbono dos ônibus e autos, por permanecerem menos
tempo parados ou andando em menores velocidades, justamente quando o
consumo é maior e a poluição mais ainda.
Dentre as vantagens coletivas, uma das mais
interessantes para cada setor e para as atividades produtivas como um todo,
seria o poder aproveitar melhor o que podem nos oferecer os outros segmentos,
principalmente nas cidades maiores, onde a superposição de horários
impede, muitas vezes, as pessoas de fazerem suas outras necessidades.
Nas cidades menores onde os desperdícios não são tão
acentuados e os benefícios não tão perceptíveis, a alternativa mais lógica
poderia ser a superposição de horários do ensino com a indústria e dos
serviços com os shoppings. Com isso se facilitaria os horários de
comunicação entre as grandes e pequenas cidades.
Há de considerar que as vantagens auferidas em
tempo com o não desperdício no trânsito, poderão ser aproveitadas para
compras e uso de serviços, que só com as economias de combustível,
desgaste de freios e motor já se geraria um incremento nos negócios. Mas o
principal seria as pessoas terem mais calma para fazerem o que normalmente
fazem mal, por estarem apressadas.
Com estes escalonamentos, todos terão mais tempo para
fazer suas coisas fora trabalho. Os da indústria, que normalmente moram
mais longe, por serem as indústrias fora dos centros das cidades, o mesmo
que tem acontecido com os colégios, escolas e universidades, que de
centrais passaram a ser retirados, por melhores áreas.
Para o comércio não haveria grande mudança, até
porque a própria tendência deste para os shoppings, já se constitui na
grande migração deste setor. O comercio mais beneficiado com este
escalonamento seria o comércio vicinal, que habitualmente já atua nestes
horários e por conta disto já é beneficiado.
Os serviços teriam talvez a maior mudança, por
erroneamente procurarem demarcar seus horários de funcionamento, seguindo
os horários do comércio, tendo com esta mudança um redirecionamento em
busca de uma melhor disponibilidade, de forma que muitos não precisem
perder horas de trabalho para buscá-los.
Finalmente os shoppings, os maiores responsáveis por
mudança radical de horários em busca da conveniência dos seus clientes,
teriam com esta proposta uma humanização dos horários dos seus
trabalhadores, hoje um contingente considerável e insatisfeito pelo atual
regime que lhes priva do melhor horário de lazer por completo: à noite,
que se encerradas as atividades às 21 horas, se tornaria também possível.
De todas as vantagens, talvez porque a maioria se
aterá aos horários de entrada e saída, a mais significativa será o passar
para duas horas o intervalo entre as duas jornadas de trabalho, com
benefícios para empregadores pelo melhor desempenho decorrente de um maior
descanso, entre uma e outra, e melhor produtividade, principalmente na da
tarde, a mais prejudicada pelo cansaço.
Para o trabalhador, esta pequena mudança será vital,
pois diminuirá em muito as enfermidades por esforço repetitivo e as por
estresse, decorrente de regime intenso por longos períodos, o maior
causador de úlceras e gastrites. Tudo isso num tempo em que a qualidade de
vida é o mais importante objetivo do ser humano.
Aos governos os ganhos indiretos, por economias nos
gastos previdenciários e de assistência social a todas estas enfermidades,
seriam o maior benefício. A propósito o próprio governo precisaria rever o
horário de trabalho dos seus servidores, que em contingente significativo,
ganha mais que a iniciativa privada e trabalham menos, a maioria em uma só
jornada de seis horas. Todos são iguais perante a lei. Que se cumpra a
lei.
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POR
PARA RODAR |
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Um dos grandes problemas ecológicos da humanidade nos próximos anos, será
sem duvida alguma o que fazer com todos os pneus usados de automóveis,
caminhões e ônibus, que aos milhares são trocados a cada dia e que pelos
riscos ambientais precisam ser guardados e não simplesmente atirados ao
lixo.
Pelas poucas oportunidades de reutilização destes
pneus, por seu caro processo e pelo imenso volume imediatamente gerado
pelas milhares de unidades que rapidamente se formam, este tem sido um
problema das prefeituras da maioria das cidades brasileiras, que ainda não
foi contemplado com uma solução definitiva.
Outro problema das grandes cidades são os edifícios
inacabados, galpões abandonados, antigas fábricas desocupadas, enormes
silos e depósitos sem utilização, todos se arrastando por décadas a enfear
as nossas cidades, sem nenhuma utilidade. Nem o imposto da maioria é
arrecadado, já que muitas vezes envolvem pendências judiciais, igualmente
demoradas.
Muitos destes na falta de fiscalização, são
utilizados como ponto de encontro da bandidagem, redutos de marginalidade,
entreposto para negócios escusos com drogas, depósitos de contrabando,
esconderijo para carros roubados e desmanches, além de muitas outras
utilizações que nem imaginamos, até por que muitos de seus usos são
próprios da calada da noite.
Enquanto nenhuma iniciativa é tomada, esta situação
de abandono, inclusive do ponto de vista de ações para solução destes,
eles tendem a se perpetuar enfeando a paisagem das cidades e servindo como
colônia de cultivo para pragas e doenças como o mosquito da dengue, sem
nenhum combate ou controle.
Da conjunção destes dois problemas se poderia gerar
uma solução que só de ser anunciada, se encarregaria de por em marcha uma
demanda de regularização de muitos, pelo simples fato de ser possível uma
mudança no atual estado de conforto a todos os que têm imóveis nesta
situação.
A idéia é simples: visto ser o problema da estocagem
de pneus usados uma questão de saúde e interesse da humanidade e estes
galpões e fábricas abandonados um drama para a comunidade, a União, o
Estado ou o Município poderiam através de alguma medida provisória ou
definitiva, ter garantido o direito legal de uso dos mesmos enquanto não
se resolvem as pendências que os condenam ao abandono, como local de
guarda de pneus usados, isento do pagamento de aluguel e contrato.
Por se tratar de produtos de ínfimo valor comercial,
não há necessidade de policiamento, pelo mínimo risco de roubo. Os grandes
volumes que logo se formam, inviabilizam qualquer iniciativa de remoção
por qualquer interesse. O preenchimento destes imóveis abandonados com
pneus é de tal ordem que o risco de utilização, para a malandragem é
insignificante.
Aos proprietários destes monstrengos urbanos fica o
direito de, assim que solucionados os problemas que motivavam a não
utilização dos imóveis, voltarem a sua posse imediata, cabendo a quem o
utilizou a obrigatoriedade da retirada dos pneus, que provavelmente teria
nas empresas fabricantes dos mesmos a sua logística, dada a
obrigatoriedade legal de sua responsabilidade na guarda e remoção de sua
sucata.
Sem custos de manutenção, sem imediatismo de remoção,
os pneus usados, drama dos prefeitos de 10 em 10 das capitais e grandes
cidades brasileiras, teriam conseguido o seu justo cemitério, depois de
pagarem seus pecados rodando nas esburacadas estradas brasileiras, outro
problema que urge uma idéia rápida que o solucione.
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VAMOS OFICIALIZAR OS 10% ? |
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Nos
Estados Unidos existe um imposto que todos respeitam e ninguém fala ou
pergunta se dá para fazer “sem nota” ou “por fora”: é a TAX, uma taxa de
7%, que corresponde ao nosso imposto estadual, o ICMS.
No Brasil
existe uma guerra fiscal entre os estados, utilizando-se deste ICMS como
instrumento para atrair empresas de outros estados. Basicamente ele é 18%,
mas pode chegar a 25 ou cair a 12 % pelo crédito.
Muitos
pensam que é muito, mas grande é o número de isenções, principalmente em
produtos de grandes “lobbies” das grandes empresas, exatamente nos de
amplo consumo, que simplesmente não pagam este imposto.
Alguns
defendem estas isenções, imaginando que elas estão beneficiando o
consumidor de produtos indispensáveis, como os da área da saúde, quando em
muitos casos estão enriquecendo não patriotas, que se beneficiam dos
créditos de ICMS.
Uma idéia
simples de solução seria fixar, por lei federal, o novo ICMS em 10% e
torná-lo obrigatório a todos os produtos sem exceção, guardando o direito
constitucional que todos são iguais perante a lei.
Para que
isto funcione, há que se ter um sistema fiscalizador eficiente, já que o
Estado tem dificuldades de fazê-lo na ponta, quando estes produtos chegam
ao consumidor. Para tanto a sugestão é fazer do próprio consumidor o seu
fiscal.
A idéia é
simples e talvez por isso careça de aperfeiçoamentos: todos os produtos
teriam este novo imposto, que como na maior parte do mundo poderia se
chamar IVA – Imposto de Valor Agregado, fixado em 10%.
O
consumidor guardaria as notas fiscais, para se beneficiar de 1% destes 10,
como abatimento do Imposto de Renda a pagar. Como se comenta que mais de
50% do que circula é informal, o próprio incremento de arrecadação
compensaria o 1%.
Aos que
estão isentos de Imposto de Renda, teriam nestas notas fiscais o
comprovante de brasilidade, para habilitarem-se a algum dos serviços
providos pelo Estado, como educação ou saúde, na forma de créditos.
Tudo muito
simples e com o povo a fiscalizar. Em pouco tempo desapareceria a idéia do
sonegar, fazer por fora ou propor propina, porque o povo não faz isso e
abomina estes procedimentos nefastos.
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ASSIM
COMO ESTÁ, NÃO PODE FICAR ! |
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Senhores
deputados: Não parem o país! O show que queriam dar, já aconteceu ontem com:
“abraços aos meus amigos...”, “saudações à minha cidade...”, e outros que
não ficam bem quando se deveria ter pressa para recuperar o tempo perdido.
Nós não merecemos isso, como já não merecíamos toda esta vergonha.
Agora passemos aos números. Pelo regimento seriam mais 16 sessões como a de
ontem, se bem que já arrumaram um jeitinho de deixar os do PT de fora, sem
contar com as outras cassações que virão das outras duas CPI’s. Sabe lá
quantas sessões como a de ontem teremos pela frente.
Poupem-nos desta baixaria. Busquem um acordo com os líderes dos partidos,
para fazer estas votações no placar eletrônico da câmara. Não só para termos
o resultado na hora, como para sabermos em quem votou o nosso deputado e ver
como ele está trabalhando.
Não se aborreça! Este não é o tema proposto para a conversação com seus
clientes para a próxima semana, se bem que para muitos isto é uma abobrinha
muito apetitosa para se comentar durante as consultas: falar mal dos
políticos. Só que não leva a nada. É a mesma conversa fiada de sempre, por
isso, nosso tema de hoje não poderia ser outro que não a:
REFORMA ELEITORAL PELO TSE
Se for depender dos políticos a reforma eleitoral verdadeira, levará uma
década para sair e será mais uma fonte de privilégios, elaborada em
benefício próprio, no mais absurdo “advogar em causa própria”. Pior ainda:
legislar em causa própria!
Chega de compra de notas frias. Chega de showmícios. Chega de caixa 2. Chega
de campanhas milionárias, que só fazem eleger políticos que só querem chegar
lá para depois, se possível, não sair mais e ficar só tratando dos seus
interesses e dos do seu grupo, com pouquíssima atenção a quem o elegeu.
O diferente a ser debatido como nossa proposta de hoje é que o TSE –
Tribunal Superior Eleitoral realize a reforma eleitoral, evitando-se desta
maneira, o risco de ter uma reforma feita pelos políticos, para o
continuísmo e se carregue por mais tempo este atual estado de coisas.
Como as eleições se realizam a cada dois anos e este Tribunal possui Juízes
em todos os estados, estes poderiam compor uma Assembléia Constituinte para,
nos anos em que não houverem eleições, elaborar a reforma eleitoral, que se
necessário, poderia ser feita em duas etapas, cada uma voltada aos níveis da
eleição do ano seguinte.
Considerando que por função estes juízes estão habituados a julgar os crimes
eleitorais, eles são os brasileiros mais indicados a definir o que seria
certo e o errado para nosso sistema eleitoral! E o que seria bom e mau para
a nossa democracia.
Uma coisa é certa e não precisa ser notada, nem discutida com seus
pacientes, já que todos irão concordar: do jeito que está, não pode ficar. E
deixar para eles, os políticos, decidirem como vai ser, é o mesmo que
perguntar qual é o número par de um a três. Se bem que, pelo o que se vê,
alguns são capazes de errar ou dizer que não entenderam bem a pergunta. DÊ A
CHANCE PARA MUDAR!
AOS QUE SE INTERESSAREM PELO TEMA, PODERÃO LER OUTRAS DE NOSSAS IDÉIAS DE
GRAÇA, NA PÁGINA DA ODONTEX ( www.odontex.com.br ), EM SERVIÇOS, CLICAR NA
BOLSA DE IDÉIAS E LER TRÊS OUTRAS IDÉIAS NOSSAS: “FUNDO ELEITORAL: DEZ POR
UM”; “SOMENTE TRÊS PARTIDOS” E “FIM DOS SENADORES BIÔNICOS” E COMENTAR ESTAS
IDÉIAS PARA TEMA DE CONVERSAÇÃO COM CLIENTES, COM SEUS COLEGAS AMIGOS,
ENCAMINHANDO-LHES ESTE E-MAIL.
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FERIADOS E FERIADÕES
POR
NATAL E CARNAVAL |
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Vamos iniciar com uma situação exemplo do que irá acontecer nesta semana em
Curitiba: no dia 7 teremos o feriado da Pátria e no dia 8 o dia da cidade
e como caem numa quarta e quinta, já imaginaram o que acontecerá na sexta:
feriadão de cinco dias. Para os que já obtiveram uma situação folgada
está aí um ótimo pretexto para uma viagem, mas para os demais, que são
maioria e que ainda não a conquistaram, fica a sensação de três dias
perdidos.
No passado já se tentou antecipar ou postergar os feriados para segunda e
sexta, como ainda acontece na Argentina e em alguns outros países.
Poderíamos ser diferentes e inovar para o mundo com uma idéia simples e
fácil: a troca dos feriados durante o ano para uma semana entre o Natal e
o Ano Novo e outra semana no Carnaval, épocas em que todos gostam e se
programam para aproveitar à sua maneira.
Trabalharia-se nestes dias, que muitos nem sabem o que se comemora e que a
maioria não festeja nada, em troca de uns dias a mais, justo nos momentos
em que mais o brasileiro gosta de fazer festa, que terminam por conta
disto e pelo fato de muitos viajarem, se constituindo em período de pouca
produtividade. Algo como fazem os espanhóis, que trabalham o ano inteiro e
no mês alto do verão, a maioria sai em férias.
Para não perdermos a memória dos feriados e seus motivos, nos dias destes
seria obrigatório em todos os jornais diários um mínimo de meia página,
nas revistas semanais no mínimo de uma página e nas rádios e televisões,
cinco minutos, sobre o que é motivo de lembrança naquele dia. Como somos
um país que precisa crescer, não se perderia mais estes dias e se os trocaria
por dias que cada vez mais são mais perdidos para a maioria das atividades, no
Natal e Carnaval.
Para debater com os clientes, o bom seria analisar os prós e contras desta
idéia simples, analisando o que cada um sairia ganhando com sua adoção, em
cada segmento de atividades. O simples fato de discutir a idéia já nos faz
pensar em coisas melhores para nosso país, que está precisando algumas
novidades para sair desta em que se meteu.
Nossa idéia é simples, mas que pode mudar uma mentalidade. Sairmos do
espírito de malandragem, como o de que o povo não gosta de trabalhar (o
que não é verdade) para algo novo, mais definido: hora de trabalhar, pegar
firme; hora de se divertir, relaxar para valer. Coisas e idéias simples
que podem romper paradigmas e criar um novo Brasil.
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AMAZÔNIA x DÍVIDA INTERNA e EXTERNA
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Antes de entrarmos na idéia de hoje, para servir de
assunto a comentários com todos os pacientes odontológicos da próxima
semana e dar um nível melhor aos temas da cadeira do dentista e à própria
imagem da categoria, gostaria de comentar dois acertos nos temas
anteriores, ainda que absurdos numa primeira vista.
O primeiro, na Veja de 17/8, que em uma nota comenta de
um movimento para diminuir o Senado Federal em 27 senadores, exatamente o
número de estados brasileiros, como forma de melhorar a imagem da classe
política, cortando na carne para mostrar intenções de participação numa
melhora do país como um todo.
O segundo, na Veja de 24/8, onde outra nota menciona
uma proposta de isenção em forma de anistia fiscal para repatriar dólares
do exterior. Comenta algo em torno de 20 bilhões, de dólares, que poderiam
voltar. Ao que tudo indica a idéia parou com o momento político, para não
dar conotação de anistia pura e simples, que no momento atual seria muito
criticada. Uma solução é colocar uma condicional, na forma de aplicação
compulsória por cinco ou dez anos na construção civil.
Comento estes dois movimentos não com intenção de
gabar-me dos acertos nas propostas, mas para refletir que outro mundo é
possível, exatamente com propostas claras e límpidas, mesmo que meio
malucas numa análise inicial. O importante é debater e permitir que o país
caminhe, ainda que paralisado politicamente. Os problemas atuais são de
partido ou de governo e não podem parar o país.
Como defende o Vice-presidente, um dos maiores
empresários do país, só teremos crescimento efetivo com juros baixos, para
se poder investir ou financiar o próprio crescimento e motivar os
empregadores, sem tomar dinheiro dos projetos de governo a fundo perdido,
como fizeram muitos.
Outra verdade a considerar é que os juros em nosso país
só irão baixar quando nosso maior tomador, o próprio governo, não tiver
mais esta dívida monstra, aqui não importando quem a contraiu. Por que ela
é a geradora ou mantenedora dos altos juros, para permitir a rolagem da
dívida pública.
Nossa sábia economia popular diz que quanto maior for
nossa dívida, maior serão os percentuais que nos cobrarão, pela
dependência que se passa a ter dos agentes financeiros. E que nestas
situações, uma situação de choque é o melhor caminho. No final do passado
tive um momento de aperto. Que fiz? Vendi minha camionete e meu carrão
importado a vista e comprei um de menor valor.
Nossa proposta/idéia/sugestão certamente vai gerar
polêmica e discussões. Mas é exatamente disto que precisamos, para
avaliá-la melhor e aprimorá-la. Para tanto só precisa de interlocutores
que a comentem e coloquem em debate, como mais uma participação nossa em
busca de um Brasil melhor.
O mundo civilizado fala de ecologia, reservas vegetais,
animais e de água, a sucessora do petróleo, como ativo prioritário para a
vida no planeta. Depois de muitos debates foi assinado um tratado para
preservá-lo: o Protocolo de Kioto, parte dele debatido na Eco 92, que se
realizou no Rio de Janeiro.
Pena que o maior poluidor mundial não seja seu
signatário. Por essas e outras razões a ONU precisaria ser mais
independente, a começar por ter um território próprio, longe das pressões
cotidianas e que isso lhe permitisse maior autonomia e maior
representatividade, uma ambição do Brasil e de outras potencias
emergentes, que aspiram assento no conselho permanente.
Nossa loucura de hoje é simples na objetividade e
praticidade: trocar a Amazônia que o mundo tanto clama por preservação,
pela quitação das nossas dívidas, externa e interna, zerando nossa
dependência dos agentes financeiros, que quando falamos das taxas aqui
cobradas, mais se assemelham a agiotas financeiros.
Numa análise fria a Amazônia só nos gera despesas. Quer
para cuidar de suas fronteiras grandes e difíceis de controle, por onde
tende a fluir o narcotráfico, como para controlar a exploração ilegal da
madeira, com custos altíssimos pelas grandes distâncias e para preservar
seus nativos, isentos da exploração pelo homem branco.
Na medida em que o mundo se diz interessado em sua
preservação, como reserva ecológica do planeta, ele deveria assumir sua
parcela de responsabilidade, inclusive arcando diretamente com seus
custos, que de outra forma recairão sobre nós, ainda que nos ofereçam
contrapartidas, para que o façamos.
Outro aspectos simplista da idéia seria a instalação
da sede da ONU em seu território, na maior capital da atual região,
considerando que isso permitiria uma sustentação à região, com melhores
resultados do que a própria zona franca. Algo que para o terceiro mundo
seria extremamente oportuno.
O fato de o Amazonas e os outros quatro estados da
região, que outrora foram territórios, serem quase que integralmente
ocupados pela selva amazônica, só corrobora para a idéia de passarem à
jurisdição de uma entidade autônoma internacional, preocupada em preservar
o planeta do desmatamento e suas conseqüências.
A facilidade prática da idéia reside no fato de esta
operação não gerar pagamentos e sim acertos contábeis, quer de nossa
dívida externa, quanto da interna. A primeira em grande parte com organismos
internacionais, que fariam com a ONU, lançamentos contábeis de acertos de
créditos e débitos. E a segunda com os agentes financeiros, todos
vinculados a países financiadores da própria ONU. Que também se acertariam
entre eles.
Zerada nossa dívida, todos os nossos superávits
primários e da balança comercial seriam, imediatamente, investimentos em
crescimento e desenvolvimento. A própria não dependência dos bancos, faria
os juros baixarem pela lei da oferta e da procura, que não tendo o governo
como tomador diário, seriam de mercado: menos de 1% ao mês, como no mundo
civilizado.
Dívida zero e diminuição de nossos custos podem parecer
um sonho ou até uma ilusão. O que não podemos é ficar dormindo em berço
esplendido e ter tantos compatriotas sem ter o que comer. Livres desta
dívida hoje impagável, seríamos um novo país, candidato a potência mundial
e aí sim, com assento de direito no conselho de segurança.
DOS SONHOS E IDEALISMO DE ALGUNS CIDADÃOS, SAI A
REALIDADE DAS NAÇÕES DESENVOLVIDAS. A TODOS CABE O DEVER DE DEBATER O QUE
É MELHOR PARA O SEU POVO. ANALISANDO COM ISENÇÃO TODAS AS POSSIBILIDADES E
SUAS PERSPECTIVAS. DECIDINDO PELO MELHOR. PARTICIPE ENVIANDO ESTE E-MAIL A
TODOS OS SEUS AMIGOS E CLIENTES.
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SOMENTE TRÊS PARTIDOS
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A sugestão de hoje é simples e direta. Está
totalmente relacionada e é decorrente da realidade da nossa política, que
se não tiver uma reação forte e imediata, certamente ela cairá em total
descrédito ante a população, por muitos e muitos anos.
Talvez a principal razão de toda esta atrapalhada de
dinheiro em que se acham envolvidos os políticos é a grande quantidade de
partidos que temos em nosso país, além das facilidades de passarem de um
para o outro, carregando ou vendendo seus mandatos.
A solução simplista que certamente não agradaria a
muitos dos políticos, por tirar-lhes chances de manobras ou negociatas,
seria a transformação destes mais de trinta partidos em apenas três:
Partido de Esquerda, Partido de Centro e Partido de Direita, com estes
nomes para facilitar sua identificação e escolha por nossa população, que
em sua maioria se confunde com as estapafúrdias denominações dos nossos atuais
partidos.
Com isso as migrações passariam a ser somente
ideológicas e não mais fisiológicas, como tem acontecido na maioria das
ocorridas nos tempos recentes. As mudanças de partidos ocorreriam
necessariamente com coerência, envolvendo posicionamentos.
Para tentar conter estas negociatas nas trocas de
partidos e apoios, uma chave de segurança bem que poderia ser a vinculação
do mandato aos partidos. Caso algum político queira trocar de partido
durante o exercício, poderia fazê-lo mas passando o mandato para outro
político do mesmo partido.
Certamente assim a nossa vida, e a deles também,
seria bem melhor. Para que isso aconteça, não adianta esperar que parta
deles a iniciativa. Temos que nos mobilizarmos, enquanto sociedade
organizada que somos ou deveríamos ser. Para tanto temos que debater e
difundir nossas idéias. Faça isso adotando esse tema como conversação com
todos os seus clientes durante toda a semana. O futuro do Brasil agradece.
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POVO
FICA COM A METADE
DOS
JUROS DOS BANCOS
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Alguns imaginaram que pirei de vez. Outros já se
sentiram milionários. Não sou tão louco, nem será assim tão fácil. Mas a
idéia e seus desdobramentos valem a reflexão nacional e o debate, para
minimizar dois de nossos problemas crônicos: a pequena poupança privada e
a grande voracidade dos bancos.
Sabe-se que o brasileiro poupa pouco e que isso o
limita como comprador, levando-o a ser um comprador de crediário e como
investidor, deixando-o totalmente dependente do nosso sistema
previdenciário, que é deficiente.
Uma das razões para esta pequena motivação a poupança é
o ínfimo juro que lhe é pago como remuneração de sua poupança, que é o
menor de todos os juros pagos. Quando se ouve que os juros cobrados pelos
bancos para operações de cheque especial ou cartão de crédito são da ordem
de mais de 10% e que os percentuais pagos pelo próprio governo é pouco
divulgado, isso contrasta com os menos de 1% pagos na poupança.
Nossa sugestão ao governo como maior tomador de
dinheiro dos bancos para rolar suas dívidas é que este crie uma linha
especial de poupança, através do único banco que não é banco, mas que tem
tentado assim parecer, que por nossa proposta ficaria como a verdadeira
Caixa. Esta poupança seria exclusiva de pessoas físicas e determinaria
prazos mínimos de permanência (um ano por exemplo), à qual seria paga a
metade dos juros pagos aos bancos. Isto mesmo: a metade dos juros pagos aos
bancos. Um negocião, para o governo e para os poupadores.
Não precisamos ser gulosos como eles (os bancos), pois
com a idéia estaríamos ajudando ao nosso país a sair da ciranda financeira
na metade do tempo e com um custo extremamente menor. Pagando nesta
poupança especial de médio ou longo prazo, a metade do que paga aos
bancos, o governo além de diminuir seus custos em tudo que for poupado,
estará estimulando o seu povo ao hábito de poupar, que está presente nas
grandes civilizações.
Na medida em que o povo sentir que esta participando do
saneamento das contas do seu governo, com proveito próprio (uma
remuneração mais justa para a sua poupança), nosso sentimento de
brasilidade aumentará, como deveria acontecer com todo o patriotismo.
Com uma poupança melhor remunerada, em pouco tempo
deixaremos de pagar estes juros escorchantes, toda vez que lançamos mão do
crediário, qualquer que seja a fórmula. É uma tentativa de sairmos deste
incomodo título de país dos juros mais caros do mundo, neste caso imundo.
E motivar a poupança, iniciadora da maioria das fortunas.
COM CERTEZA UM ASSUNTO QUE DESPERTARÁ GRANDES DEBATES, PELO FORTE APELO
POPULAR E POR SER SIMPLES DE SE IMPLEMENTAR OU POR ATENDER A INTERESSES
DOS DOIS LADOS, POVO E GOVERNO, COM A TRANSPARÊNCIA DO EXTRATO DA
POUPANÇA, QUE ANTIGAMENTE ERA NOS ENVIADO TODOS OS MESES. E ONDE O GOVERNO
PODERÁ INCLUIR SUA PROPAGANDA, SEM PAGAR CONTAS ESTRATOSFÉRICAS POR
PROPAGANDA, COMO AS QUE DIZEM FORAM PAGAS A MARCOS VALÉRIO E SEUS COLEGAS.
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ISENÇÃO
DE IMPOSTOS
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Na proposta de temas para todos os Cirurgiões
Dentistas do Brasil, para comentarem com todos os pacientes, em todas as
consultas durante toda a próxima semana e assim debaterem soluções simples
para o nosso país, vamos sugerir um tema fora da política, por que a
julgar pelos últimos acontecimentos, eles estão mais preocupados com os
seus bolsos do que com os nossos. Alguns até mandando muito dinheiro para
paraísos fiscais.
Outros fizeram e fazem fortunas fora do Brasil por
seus talentos como empresários, desportistas, modelos, artistas e até os
por sua mão de obra. Não se tem idéia do montante do PIB brasileiro gerado
fora do Brasil, mas certamente é um valor considerável, que muitas vezes
não vem para o país por causa dos impostos. Nossa idéia de hoje, para
comentar com os clientes, é nesse sentido.
Tudo que os brasileiros ganharem no exterior
poderá ficar isento de impostos se este dinheiro for legal, comprovada e
integralmente investido na construção de casas ou apartamentos populares
em nosso país, para aluguel. A chave de segurança é que estes imóveis
precisam ser alugados por valores mensais até 1 % do seu valor de
construção, por um período mínimo de dez anos, quando poderiam ser
vendidos. Como os juros no exterior são menores do que 1 % ao mês, a
isenção do imposto é um bom motivador.
A opção pela construção civil de nível popular é
porque ela é a que mais gera empregos, nosso déficit de moradias é enorme
e, as construtoras se interessam sempre mais em imóveis de melhor padrão,
exatamente por falta de capital para investir em moradias populares e
também porque o governo não tem condições de investir tudo o que seria
preciso para resolver este déficit.
Poderia ser estudada uma formula alternativa para
permitir a volta ao país destes milhões desviados dos cofres públicos que
como está, não irão voltar mesmo. Poderiam ser aceitos por um período
pré-fixado de dois anos, o retorno de ativos financeiros, sem comprovação
ou menção de origem, desde que fosse pago o imposto sobre a renda, por ter
sido dinheiro gerado dentro do país. Não se prenderia o ladrão, mas se
colocaria de volta estes milhões no Brasil, para ajudar quem mais precisa:
os que não tem onde morar.
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FUNDO ELEITORAL: DEZ POR UM
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Estamos assistindo a momentos que se não fosse o descrédito atual da
classe política pelos últimos acontecimentos, seria motivo de consternação
nacional. Ver nomes de grande destaque no cenário nacional com a mão na
lama suja do dinheiro fácil do caixa dois.
Como o veneno da cobra é usado para fazer o soro para
combater sua picada, ocorreu-nos solucionar o problema quase eterno do
relacionamento entre os que contratam e os que vendem produtos ou prestam
serviços aos governos, quer federal, estadual e municipal, com uma idéia
simples e prática: instituir uma taxa obrigatória de 1% a todos estes
fornecimentos (ao invés dos 10% que parecem estar se tornando quase
obrigatórios), dinheiro este que seria recolhido diretamente a um Fundo
Eleitoral, que seria distribuído proporcionalmente aos partidos, segundo
sua representação pelo número de senadores, deputados, governadores,
prefeitos e vereadores.
Através deste se eliminaria toda a movimentação de
recursos em forma de doações de campanha, que passariam a ser proibidas e
legisladas como crimes inafiançáveis, excluindo assim qualquer outra fonte
de dinheiro.
Este procedimento teria como resultado imediato o fim
do abuso do poder econômico por parte dos políticos que amealharam
fortunas em suas carreiras, permitindo que o fazer política seja algo
exclusivo dos que pensam em melhorar o país.
Aproveitaria-se o momento para disciplinar as
campanhas, proibindo os métodos espúrios convencionais que permitem a
compra de “votos” e outras formas de aliciamento de eleitores, além de
cerceá-las com restrições financeiras.
A mesma medida definiria a televisão, o rádio e os
jornais (porque não?) como os únicos meios aceitos para propaganda
eleitoral, que não seria mais gratuita e sim paga pelos partidos, com
dinheiro de seus fundos, dentro da mesma tabela que hoje cobram dos
partidos mais abonados, que nos enchem de propaganda, muitas vezes por duas vezes no mesmo intervalo comercial.
Tudo que é velho e convencional, tal como “showmicios”,
santinhos, brindes, camisetas, chapéus, pés de sapato, dentadura superior
para posterior entrega da inferior, caso o candidato seja eleito, seria
proibido por lei eleitoral.
Para que a combalida classe política possa sair
rápido deste imbróglio em que se meteu, todos poderiam sugerir em suas
conversas com os seus clientes, durante as consultas, que este Fundo
Eleitoral fosse adotado com urgência, como medida provisória, ainda este
ano para que esta moralização começasse já na eleição do ano que vem, para
não corrermos o risco de ver outra vez um partido que se apresentava como
defensor da ética e da moral política, envolvido num mar de lama, como o
que temos visto.
SE ACHOU INTERESSANTE A NOSSA IDÉIA LEVE-A ADIANTE
PARA TERMOS UM BRASIL MAIOR E MELHOR, COMO MERECEM OS CIDADÃOS HONESTOS E
IDEALISTAS. PARA COMEÇAR ENVIANDO ESTE E-MAIL A COLEGAS, PARA QUE EM TODOS
OS CONSULTÓRIOS DO BRASIL, A TODOS OS PACIENTES QUE FOREM ATENDIDOS NA
SEMANA, ESTA IDÉIA SEJA APRESENTADA E DEBATIDA. E QUE DELA SURJAM
APERFEIÇOAMENTOS DEFINITIVOS.
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FIM DOS SENADORES
BIÔNICOS
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Como os senadores da república estão muito
em evidência por conta das três CPI’s em andamento, propomos um tema para
conversações que os envolvem diretamente. Lula e seus pares, durante quase
três décadas condenaram quase tudo que os militares da ditadura fizeram.
Talvez tenha chegado a hora de corrigir alguma coisa, dentre estas.
Um dos atos políticos mais sujos do período
militar foi a criação, por ato institucional, da figura escrota do senador
biônico. Para os mais novos, explico: na época tínhamos dois senadores por
estado, que se renovavam a cada quatro anos, um por vez. Para mudar as
forças do Senado, os generais decidiram criar para todos os estados, um
terceiro senador, também com mandato de oito anos, que se não me falha a
memória, ainda teve os primeiros indicados pelos métodos de exceção, para
o primeiro mandato, alterando totalmente a representatividade no Senado
Federal.
Passou o período dos militares, vieram as
diretas já, elegemos alguns presidentes e nenhum deles tocou no assunto de
eliminar a figura torta do senador biônico (ou biotônico, como chamavam
alguns à época). Como o momento é ruim para todos os políticos, que cada vez
estão mais desacreditados, seria uma boa hora para, com uma medida
provisória, acabar com este senador biônico,que é por demais desnecessário.
Com este ato o Presidente faria uma
diminuição significativa nos custos do Poder Legislativo, que nos anos de
eleição presidencial elegeriam sempre um senador por estado e não dois
como acontece a cada oito anos, dando sinais efetivos de que pretende
moralizar o país, minimizando a possibilidade de falcatruas contra o
dinheiro arrecadado do povo, que é para ser usado em benefício do povo e não
para políticos que pensam em mensalão, venda de partidos (antes falavam de
mandatos), malas de dinheiro e presentes por negociatas, agora feitas em
depósitos para comprar carrões, descaradamente no nome do corrupto.
A medida provisória se faz necessária
porque se for depender dos deputados e senadores, esta idéia não passa
nunca, pois são novos cargos o que mais os interessa. Além do que eles têm
tanta podridão para desvendar, que nem vão dar ao assunto a atenção que
merece. Ajude a acabar com este vestígio do governo de exceção e diminuir
o déficit publico, fazendo o que de mais simples existe para sanear
contas: cortar gastos supérfluos.
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