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BOLSA DE IDÉIAS

 

Oportunidade altruística para os pensadores e práticos disponibilizarem algum macete, dica, método, procedimento, técnica ou outra criatividade de sua autoria, elaboração ou aprimoramento, no objetivo de compartilhar com os colegas de profissão, uma solução para problemas que provavelmente atingem a todos ou a uma maioria, que desta forma terão encaminhadas alternativas de melhora para o seu exercício profissional.

 

As inserções de idéias são gratuitas e estarão disponíveis indefinidamente na secção, figurando as mais novas por primeiro e as anteriores a seguir, facilitando desta forma os que regularmente acessarem a página e secção, evitando que tenham que reler as antigas. Na medida em que a secção passar a ter um volume grande de idéias, estas poderão vir a ser aglutinadas por áreas de afinidades ou especialidades. Eventualmente poderão ser publicadas em forma de livro, como as “500 Dicas em Implantodontia”, que começou com 100 dicas e teve cinco edições, citando-se sempre seu autor, como forma de reconhecimento e agradecimento pela contribuição.

 

Para melhor organização e facilidade na escolha de leitura, sugerimos que as idéias sejam apresentadas aproximadamente no modelo a seguir, exclusivamente por questões de eleição para os leitores:

 

TÍTULO DA IDÉIA, especialidade a que mais se aplica ou clinica geral se for o caso, descrição sucinta da idéia, aspectos a considerar na sua aplicação e fatores para se atingir melhor os resultados pretendidos, nome do autor, telefone e/ou e-mail.

 

EXEMPLO

ESCOLHA DE ESPECIALIDADE, aos clínicos gerais ou recém formados em fase de escolha ou decisão por uma especialidade, para não incorrer em erro, é oportuno que antes de fazer um curso de especialização, com seus altos gastos decorrentes e dispêndio de tempo, façam um estágio em consultório de um especialista ou trabalhem na especialidade em uma policlínica, para avaliar se o exercício da mesma em forma exclusiva, corresponde ao imaginado pelo simples quase teórico dela na graduação ou seu exercício parcial na clínica geral. Inclusive em seus aspectos de necessidades em investimento inicial, obtenção de pacientes e retorno econômico. Antes da decisão definitiva, consultar no mínimo cinco colegas da especialidade em questão, de preferência desconhecidos. Antônio Inácio RIBEIRO, Tel.: 41.3264.4455, Fax: 41.3263.3300 ou ribeiro@odontex.com.br

 

Receberemos com prazer sua opinião sobre este nosso novo serviço de utilidade à classe odontológica e suas participações na forma de anúncio classificado gratuito. Para canalizar todos os envios destes anúncios e facilitar o operacional dos mesmos, solicitamos que sejam todos encaminhados à odontex@odontex.com.br antecipando que em havendo muita procura, será criado um e-mail específico só para a nova secção de CLASSIFICADOS gratuitos Odontex.

 

BOM USO A TODOS !

 

SALÁRIO MÍNIMO NO ANO NOVO

 

Alegria de percentual significativo da classe trabalhadora, o aumento do salário que ultimamente não tem sido motivo de muita comemoração por serem pequenos os índices, poderia ganhar uma motivação extra com a adoção de uma idéia simples e sem nenhum ônus: trazer todas as datas base para 1º de janeiro, em todas as categorias.
 

Aos alarmistas de plantão relembro que o próprio salário mínimo antes era regional, com diferentes valores nas diversas regiões brasileiras e que por algum tempo motivou o movimento migratório do norte e nordeste para o sul e o sudeste, na busca natural por melhores salários. E sua unificação se fez sem problemas e hoje nem é mais lembrada.
 

Esta unificação em 1º de janeiro teria por objetivo a busca de um maior equilíbrio nos percentuais, já que sendo feita na mesma data, tender-se-ia a um equilíbrio de percentuais, considerando-se que os índices são baseados nos mesmos elementos, evitando assim que algumas categorias tenham aumentos tão maiores que outras e isto ser motivo para “greves de ciúme”, porque a outra “ganhou aumento maior do que a nossa”.
 

Isto se acentua nos servidores públicos e de estatais, que hoje são os que mais greves prejudiciais à população fazem, inclusive por que todos, naturalmente, acham que deveriam ter um percentual maior de reajuste. A coincidência de data base faria com que gradativamente os percentuais fossem mais próximos e as disparidades menores, inclusive porque algumas são fruto de maior “lobby” ou “poder de barganha” de algumas categorias.
 

Na medida em que a coincidência de reajustes se estabilizar, haverá natural migração dos que querem sempre ganhar mais, para as profissões de maior oferta salarial, fazendo por lei de mercado que este excesso de demanda, faça diminuir a oferta e promovendo uma natural tendência ao equilíbrio salarial.
 

Isto já aconteceu nas profissões liberais, primeiro com os médicos, depois com os engenheiros, após com os advogados e agora com os dentistas. Aumentou significativamente a procura por estas profissões, a ponto de o excesso de oferta fazer com que os preços por eles praticados, baixassem naturalmente.
 

A proposta não tem por objetivo baixar salários, mas sim buscar mais equilíbrio entre as diversas atividades, este sim um sentido democrático. Na medida em que todos os salários fossem equilibrados em uma mesma data de reajustes, o próprio mercado tenderia a equilibrar seus preços com uma única e coincidente alteração anual. E este poderia ser um passo para encurtar a distância entre os máximos e mínimos, já que está difícil subir o mínimo.
 

Estas coincidências deixariam o mercado, quer na sua remuneração, quer na prática de preços, mais harmônico e menos factível a especulações. Inclusive na guerra de planilhas de custos dos serviços essenciais, que determinam suas variações de preços, por conta de apontarem num mesmo momento, as mesmas variáveis.
 

O primeiro exemplo bem poderia ser dado pelo próprio salário mínimo, que já há alguns anos tem seu valor apontado bem antes do 1º de maio e que por conta disto e de seus percentuais, já não mais provoca os imaginados impactos de antigamente. Esta medida faria, naturalmente, com que vários indicadores passassem a ser influenciados por esta nova base, por ser ele, também, um indicador na economia.
 

Seria um bom pretexto para se unificar, também, as datas bases dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, evitando-se assim os desajustes por conta das equivalências e isonomias. O mesmo devendo acontecer com os militares e aposentados, para que a lei seja igual para todos, dentro do dispositivo constitucional, pelo qual todos são iguais perante a lei.
 

Inclusive no tocante ao legislar em causa própria, que por uma questão de segurança, poderia sempre que se envolvessem aumentos dos salários, terem estes que serem aprovados em instância superior. Ou seja, vereadores pelos deputados estaduais, estes pelos federais, os quais seriam referendados pelos senadores e destes pelo Presidente da República, que deveria, por lógica, ter sempre o maior salário da Nação e a responsabilidade por todos os salários pagos a seus servidores.

 

 

NASCER BURRO É UM DIREITO,

SER INTELIGENTE, UM DEVER !

 

 

Agora que nossa economia começa a dar sinais positivos para o mundo e que estamos sendo considerados por analistas internacionais como um bom lugar de investimentos, é chegado o momento de darmos um salto cultural e conquistarmos os dividendos do maior patrimônio dos tempos modernos: o conhecimento.
 

Neste sentido não podemos imaginar que só a formação resolve, o que vem se comprovando cada vez mais, na medida em que ter o segundo grau completo não é mais garantia de empregabilidade e ter concluído uma faculdade, não garante mais sucesso na carreira.
 

Conversando dez minutos com uma pessoa, podemos saber se ela lê ou se tem dificuldade de comunicação, por falta de leitura e por conta disto, ter toda uma limitação para expor e demonstrar seus conhecimentos, habilidades e capacitações. Quem lê fala bem, quem lê mais fala melhor, quem muito lê, ganha mais. Esta é uma avaliação intuitiva que fazemos, por ser um indicador de futuro.
 

Sabidamente somos um povo que pouco lê. Trabalho há mais de 35 anos com a venda de livros e me assusta o fato de constatar a cada ano, que cada vez se lê menos em nosso país. Nas vezes em que estive na Europa, sempre me chamou atenção a quantidade de livrarias e a quantidade de gente lendo nas praças, nos ônibus e trens, nos cafés e em muitos outros lugares inimagináveis.
 

Hoje quando vejo este salto econômico e tecnológico da Comunidade Européia, entendo mais facilmente o porque. É uma questão cultural, de formação e informação. Detentores de conhecimento, os europeus têm um nível melhor e por conta disto se adiantam ao mundo na maioria dos setores.
 

Para que possamos dar um salto e sair desta situação em que nos encontramos, precisaríamos de um “choque cultural”. Condição para que isso acontecesse, poderia ser uma parceria entre todas as empresas, grandes ou pequenas e seus empregados, incluindo-se entidades e órgãos públicos: as empresas bancando 15 minutos de leitura por dia e seus empregados entrando com mais 15, num total de 30 minutos diários obrigatórios de leitura.
 

Sem dúvida, isso levado a sério, em todo o país, podendo até ser uma medida provisória, daquelas por tempo determinado: um ano para criar o hábito, seria uma overdose cultural, um porre de conhecimentos, talvez único caminho para sairmos deste marasmo cultural em que nos encontramos.
 

As empresas progressivamente iriam constituindo cada uma a sua biblioteca, que para não envolverem grandes custos de início, poderiam recorrer a sebos e pontas de estoque ou a doações e empréstimos pelos próprios funcionários dos livros já lidos que possuem, para num segundo estágio saírem em busca dos grandes autores e “best sellers”.
 

Em poucos meses aconteceria uma revolução cultural, que poderia levar os antes lerdos e desinteressados, agora motivados pelo conhecimento, a sair em busca de novas soluções e alternativas para melhorar a produtividade ou simplesmente desempenhar melhor a suas funções.
 

Para fazer frente ás objeções e exceções que certamente aparecerão, os que provarem estar estudando, poderão a seu critério ser dispensados ou usar este horário para estudar suas matérias escolares, o que seria, também, outra boa idéia para que empresários incentivem os estudos dos trabalhadores.
 

Os analfabetos usarão este horário para meia hora de alfabetização dadas pelos próprios funcionários alfabetizados, que por isto optando, estarão dispensados da leitura. Com estas iniciativas se estaria iniciando uma revolução cultural que poderia mudar os destinos de nosso país e nos incluirmos no primeiro mundo.

 

ACERTANDO OS PONTEIROS

 

Desde pequenos nos acostumamos com certas coisas e por nos serem quase que impostas nem as questionamos, quanto a sua razão, justificativa ou validade. Simplesmente aceitamos e pronto. Muitas vezes com prejuízos decorrentes e outras sem auferir vantagens que algumas mudanças poderiam trazer.
 

A mais característica destas situações é justamente quanto ao horário de trabalho. Ou ele nos é imposto ou nos adequamos a ele. Quando temos oportunidade de fazermos o nosso, ele quase sempre é da nossa conveniência e nem sempre um aproveitamento da situação que o determina.
 

No sentido de otimizar a utilização do tempo nos vários setores e permitir com isso que todos dele tenham vantagens e facilidades, propomos na idéia de hoje, uma grade de horários envolvendo os grandes grupos de atividades. Evidentemente por se tratar de Brasil, o que mais vai se discutir serão as exceções.
 

Mas só o fato de com estes debates se questionar, avaliar e analisar vantagens individuais de cada segmento e buscar consenso no que podem ser as grandes linhas coletivas de maior e melhor aproveitamento do tempo, já se estará dando um grande passo na direção do maior valor dos tempos recentes: o próprio tempo.

 

INDÚSTRIA   7 às 11    almoço   13 às 17
ENSINO        
8 às 12    almoço   14 às 18
COMÉRCIO  
 9 às 13    almoço   15 às 19
SERVIÇOS  
10 às 14    almoço   16 às 20
SHOPPING 
11 às 15    almoço   17 às
21

 

Num primeiro momento, algumas categorias poderão se imaginar prejudicadas por esta ou aquela razão. Mas o importante é se analisar que com as vantagens coletivas, cada categoria terá vantagens decorrentes. A primeira delas num uso mais racional das vias de transporte, um patrimônio coletivo e de uso comum a todos os cidadãos.
 

Com este escalonamento geral de horários, as mesmas ruas e avenidas serão usadas por todos em horários diferentes, diminuindo ou eliminando o caos dos chamados horários de pico, com a simples atitude de se colocarem nas ruas ônibus e automóveis em horários escalonados, distribuindo os momentos de maior intensidade.
 

Com certeza a maioria terá de meia a uma hora menos dentro dos meios de transporte, em cada sentido de locomoção, uma perda de tempo e um desgaste emocional estúpido, que geraria para cada pessoa uma economia de tempo de quatro a oito horas semanais. Exatamente meio ou um dia de trabalho, na maioria dos casos.
 

Afora este aspecto diretamente relacionado com o estresse, gerador desde violência a hipertensão, o benefício maior seria a menor produção do monóxido de carbono dos ônibus e autos, por permanecerem menos tempo parados ou andando em menores velocidades, justamente quando o consumo é maior e a poluição mais ainda.
 

Dentre as vantagens coletivas, uma das mais interessantes para cada setor e para as atividades produtivas como um todo, seria o poder aproveitar melhor o que podem nos oferecer os outros segmentos, principalmente nas cidades maiores, onde a superposição de horários impede, muitas vezes, as pessoas de fazerem suas outras necessidades.
 

Nas cidades menores onde os desperdícios não são tão acentuados e os benefícios não tão perceptíveis, a alternativa mais lógica poderia ser a superposição de horários do ensino com a indústria e dos serviços com os shoppings. Com isso se facilitaria os horários de comunicação entre as grandes e pequenas cidades.
 

Há de considerar que as vantagens auferidas em tempo com o não desperdício no trânsito, poderão ser aproveitadas para compras e uso de serviços, que só com as economias de combustível, desgaste de freios e motor já se geraria um incremento nos negócios. Mas o principal seria as pessoas terem mais calma para fazerem o que normalmente fazem mal, por estarem apressadas.
 

Com estes escalonamentos, todos terão mais tempo para fazer suas coisas fora trabalho. Os da indústria, que normalmente moram mais longe, por serem as indústrias fora dos centros das cidades, o mesmo que tem acontecido com os colégios, escolas e universidades, que de centrais passaram a ser retirados, por melhores áreas.
 

Para o comércio não haveria grande mudança, até porque a própria tendência deste para os shoppings, já se constitui na grande migração deste setor. O comercio mais beneficiado com este escalonamento seria o comércio vicinal, que habitualmente já atua nestes horários e por conta disto já é beneficiado.
 

Os serviços teriam talvez a maior mudança, por erroneamente procurarem demarcar seus horários de funcionamento, seguindo os horários do comércio, tendo com esta mudança um redirecionamento em busca de uma melhor disponibilidade, de forma que muitos não precisem perder horas de trabalho para buscá-los.
 

Finalmente os shoppings, os maiores responsáveis por mudança radical de horários em busca da conveniência dos seus clientes, teriam com esta proposta uma humanização dos horários dos seus trabalhadores, hoje um contingente considerável e insatisfeito pelo atual regime que lhes priva do melhor horário de lazer por completo: à noite, que se encerradas as atividades às 21 horas, se tornaria também possível.
 

De todas as vantagens, talvez porque a maioria se aterá aos horários de entrada e saída, a mais significativa será o passar para duas horas o intervalo entre as duas jornadas de trabalho, com benefícios para empregadores pelo melhor desempenho decorrente de um maior descanso, entre uma e outra, e melhor produtividade, principalmente na da tarde, a mais prejudicada pelo cansaço.
 

Para o trabalhador, esta pequena mudança será vital, pois diminuirá em muito as enfermidades por esforço repetitivo e as por estresse, decorrente de regime intenso por longos períodos, o maior causador de úlceras e gastrites. Tudo isso num tempo em que a qualidade de vida é o mais importante objetivo do ser humano.
 

Aos governos os ganhos indiretos, por economias nos gastos previdenciários e de assistência social a todas estas enfermidades, seriam o maior benefício. A propósito o próprio governo precisaria rever o horário de trabalho dos seus servidores, que em contingente significativo, ganha mais que a iniciativa privada e trabalham menos, a maioria em uma só jornada de seis horas. Todos são iguais perante a lei. Que se cumpra a lei.

 

POR PARA RODAR

 

Um dos grandes problemas ecológicos da humanidade nos próximos anos, será sem duvida alguma o que fazer com todos os pneus usados de automóveis, caminhões e ônibus, que aos milhares são trocados a cada dia e que pelos riscos ambientais precisam ser guardados e não simplesmente atirados ao lixo.
 

Pelas poucas oportunidades de reutilização destes pneus, por seu caro processo e pelo imenso volume imediatamente gerado pelas milhares de unidades que rapidamente se formam, este tem sido um problema das prefeituras da maioria das cidades brasileiras, que ainda não foi contemplado com uma solução definitiva.
 

Outro problema das grandes cidades são os edifícios inacabados, galpões abandonados, antigas fábricas desocupadas, enormes silos e depósitos sem utilização, todos se arrastando por décadas a enfear as nossas cidades, sem nenhuma utilidade. Nem o imposto da maioria é arrecadado, já que muitas vezes envolvem pendências judiciais, igualmente demoradas.
 

Muitos destes na falta de fiscalização, são utilizados como ponto de encontro da bandidagem, redutos de marginalidade, entreposto para negócios escusos com drogas, depósitos de contrabando, esconderijo para carros roubados e desmanches, além de muitas outras utilizações que nem imaginamos, até por que muitos de seus usos são próprios da calada da noite.
 

Enquanto nenhuma iniciativa é tomada, esta situação de abandono, inclusive do ponto de vista de ações para solução destes, eles tendem a se perpetuar enfeando a paisagem das cidades e servindo como colônia de cultivo para pragas e doenças como o mosquito da dengue, sem nenhum combate ou controle.
 

Da conjunção destes dois problemas se poderia gerar uma solução que só de ser anunciada, se encarregaria de por em marcha uma demanda de regularização de muitos, pelo simples fato de ser possível uma mudança no atual estado de conforto a todos os que têm imóveis nesta situação.
 

A idéia é simples: visto ser o problema da estocagem de pneus usados uma questão de saúde e interesse da humanidade e estes galpões e fábricas abandonados um drama para a comunidade, a União, o Estado ou o Município poderiam através de alguma medida provisória ou definitiva, ter garantido o direito legal de uso dos mesmos enquanto não se resolvem as pendências que os condenam ao abandono, como local de guarda de pneus usados, isento do pagamento de aluguel e contrato.
 

Por se tratar de produtos de ínfimo valor comercial, não há necessidade de policiamento, pelo mínimo risco de roubo. Os grandes volumes que logo se formam, inviabilizam qualquer iniciativa de remoção por qualquer interesse. O preenchimento destes imóveis abandonados com pneus é de tal ordem que o risco de utilização, para a malandragem é insignificante.
 

Aos proprietários destes monstrengos urbanos fica o direito de, assim que solucionados os problemas que motivavam a não utilização dos imóveis, voltarem a sua posse imediata, cabendo a quem o utilizou a obrigatoriedade da retirada dos pneus, que provavelmente teria nas empresas fabricantes dos mesmos a sua logística, dada a obrigatoriedade legal de sua responsabilidade na guarda e remoção de sua sucata.
 

Sem custos de manutenção, sem imediatismo de remoção, os pneus usados, drama dos prefeitos de 10 em 10 das capitais e grandes cidades brasileiras, teriam conseguido o seu justo cemitério, depois de pagarem seus pecados rodando nas esburacadas estradas brasileiras, outro problema que urge uma idéia rápida que o solucione.

 

VAMOS OFICIALIZAR OS 10% ?

 

Nos Estados Unidos existe um imposto que todos respeitam e ninguém fala ou pergunta se dá para fazer “sem nota” ou “por fora”: é a TAX, uma taxa de 7%, que corresponde ao nosso imposto estadual, o ICMS.
 

No Brasil existe uma guerra fiscal entre os estados, utilizando-se deste ICMS como instrumento para atrair empresas de outros estados. Basicamente ele é 18%, mas pode chegar a 25 ou cair a 12 % pelo crédito.
 

Muitos pensam que é muito, mas grande é o número de isenções, principalmente em produtos de grandes “lobbies” das grandes empresas, exatamente nos de amplo consumo, que simplesmente não pagam este imposto.
 

Alguns defendem estas isenções, imaginando que elas estão beneficiando o consumidor de produtos indispensáveis, como os da área da saúde, quando em muitos casos estão enriquecendo não patriotas, que se beneficiam dos créditos de ICMS.
 

Uma idéia simples de solução seria fixar, por lei federal, o novo ICMS em 10% e torná-lo obrigatório a todos os produtos sem exceção, guardando o direito constitucional que todos são iguais perante a lei.
 

Para que isto funcione, há que se ter um sistema fiscalizador eficiente, já que o Estado tem dificuldades de fazê-lo na ponta, quando estes produtos chegam ao consumidor. Para tanto a sugestão é fazer do próprio consumidor o seu fiscal.
 

A idéia é simples e talvez por isso careça de aperfeiçoamentos: todos os produtos teriam este novo imposto, que como na maior parte do mundo poderia se chamar IVA – Imposto de Valor Agregado, fixado em 10%.
 

O consumidor guardaria as notas fiscais, para se beneficiar de 1% destes 10, como abatimento do Imposto de Renda a pagar. Como se comenta que mais de 50% do que circula é informal, o próprio incremento de arrecadação compensaria o 1%.
 

Aos que estão isentos de Imposto de Renda, teriam nestas notas fiscais o comprovante de brasilidade, para habilitarem-se a algum dos serviços providos pelo Estado, como educação ou saúde, na forma de créditos.
 

Tudo muito simples e com o povo a fiscalizar. Em pouco tempo desapareceria a idéia do sonegar, fazer por fora ou propor propina, porque o povo não faz isso e abomina estes procedimentos nefastos.

 

ASSIM COMO ESTÁ, NÃO PODE FICAR !

 

Senhores deputados: Não parem o país! O show que queriam dar, já aconteceu ontem com: “abraços aos meus amigos...”, “saudações à minha cidade...”, e outros que não ficam bem quando se deveria ter pressa para recuperar o tempo perdido. Nós não merecemos isso, como já não merecíamos toda esta vergonha.

Agora passemos aos números. Pelo regimento seriam mais 16 sessões como a de ontem, se bem que já arrumaram um jeitinho de deixar os do PT de fora, sem contar com as outras cassações que virão das outras duas CPI’s. Sabe lá quantas sessões como a de ontem teremos pela frente.

Poupem-nos desta baixaria. Busquem um acordo com os líderes dos partidos, para fazer estas votações no placar eletrônico da câmara. Não só para termos o resultado na hora, como para sabermos em quem votou o nosso deputado e ver como ele está trabalhando.

Não se aborreça! Este não é o tema proposto para a conversação com seus clientes para a próxima semana, se bem que para muitos isto é uma abobrinha muito apetitosa para se comentar durante as consultas: falar mal dos políticos. Só que não leva a nada. É a mesma conversa fiada de sempre, por isso, nosso tema de hoje não poderia ser outro que não a:

REFORMA ELEITORAL PELO TSE

Se for depender dos políticos a reforma eleitoral verdadeira, levará uma década para sair e será mais uma fonte de privilégios, elaborada em benefício próprio, no mais absurdo “advogar em causa própria”. Pior ainda: legislar em causa própria!

Chega de compra de notas frias. Chega de showmícios. Chega de caixa 2. Chega de campanhas milionárias, que só fazem eleger políticos que só querem chegar lá para depois, se possível, não sair mais e ficar só tratando dos seus interesses e dos do seu grupo, com pouquíssima atenção a quem o elegeu.

O diferente a ser debatido como nossa proposta de hoje é que o TSE – Tribunal Superior Eleitoral realize a reforma eleitoral, evitando-se desta maneira, o risco de ter uma reforma feita pelos políticos, para o continuísmo e se carregue por mais tempo este atual estado de coisas.

Como as eleições se realizam a cada dois anos e este Tribunal possui Juízes em todos os estados, estes poderiam compor uma Assembléia Constituinte para, nos anos em que não houverem eleições, elaborar a reforma eleitoral, que se necessário, poderia ser feita em duas etapas, cada uma voltada aos níveis da eleição do ano seguinte.

Considerando que por função estes juízes estão habituados a julgar os crimes eleitorais, eles são os brasileiros mais indicados a definir o que seria certo e o errado para nosso sistema eleitoral! E o que seria bom e mau para a nossa democracia.

Uma coisa é certa e não precisa ser notada, nem discutida com seus pacientes, já que todos irão concordar: do jeito que está, não pode ficar. E deixar para eles, os políticos, decidirem como vai ser, é o mesmo que perguntar qual é o número par de um a três. Se bem que, pelo o que se vê, alguns são capazes de errar ou dizer que não entenderam bem a pergunta. DÊ A CHANCE PARA MUDAR!

AOS QUE SE INTERESSAREM PELO TEMA, PODERÃO LER OUTRAS DE NOSSAS IDÉIAS DE GRAÇA, NA PÁGINA DA ODONTEX ( www.odontex.com.br ), EM SERVIÇOS, CLICAR NA BOLSA DE IDÉIAS E LER TRÊS OUTRAS IDÉIAS NOSSAS: “FUNDO ELEITORAL: DEZ POR UM”; “SOMENTE TRÊS PARTIDOS” E “FIM DOS SENADORES BIÔNICOS” E COMENTAR ESTAS IDÉIAS PARA TEMA DE CONVERSAÇÃO COM CLIENTES, COM SEUS COLEGAS AMIGOS, ENCAMINHANDO-LHES ESTE E-MAIL.

 

FERIADOS E FERIADÕES

POR NATAL E CARNAVAL

 

Vamos iniciar com uma situação exemplo do que irá acontecer nesta semana em Curitiba: no dia 7 teremos o feriado da Pátria e no dia 8 o dia da cidade e como caem numa quarta e quinta, já imaginaram o que acontecerá na sexta: feriadão de cinco dias. Para os que já obtiveram uma situação folgada está aí um ótimo pretexto para uma viagem, mas para os demais, que são maioria e que ainda não a conquistaram, fica a sensação de três dias perdidos.
 

No passado já se tentou antecipar ou postergar os feriados para segunda e sexta, como ainda acontece na Argentina e em alguns outros países. Poderíamos ser diferentes e inovar para o mundo com uma idéia simples e fácil: a troca dos feriados durante o ano para uma semana entre o Natal e o Ano Novo e outra semana no Carnaval, épocas em que todos gostam e se programam para aproveitar à sua maneira.
 

Trabalharia-se nestes dias, que muitos nem sabem o que se comemora e que a maioria não festeja nada, em troca de uns dias a mais, justo nos momentos em que mais o brasileiro gosta de fazer festa, que terminam por conta disto e pelo fato de muitos viajarem, se constituindo em período de pouca produtividade. Algo como fazem os espanhóis, que trabalham o ano inteiro e no mês alto do verão, a maioria sai em férias.
 

Para não perdermos a memória dos feriados e seus motivos, nos dias destes seria obrigatório em todos os jornais diários um mínimo de meia página, nas revistas semanais no mínimo de uma página e nas rádios e televisões, cinco minutos, sobre o que é motivo de lembrança naquele dia. Como somos um país que precisa crescer, não se perderia mais estes dias e se os trocaria por dias que cada vez mais são mais perdidos para a maioria das atividades, no Natal e Carnaval.
 

Para debater com os clientes, o bom seria analisar os prós e contras desta idéia simples, analisando o que cada um sairia ganhando com sua adoção, em cada segmento de atividades. O simples fato de discutir a idéia já nos faz pensar em coisas melhores para nosso país, que está precisando algumas novidades para sair desta em que se meteu.
 

Nossa idéia é simples, mas que pode mudar uma mentalidade. Sairmos do espírito de malandragem, como o de que o povo não gosta de trabalhar (o que não é verdade) para algo novo, mais definido: hora de trabalhar, pegar firme; hora de se divertir, relaxar para valer. Coisas e idéias simples que podem romper paradigmas e criar um novo Brasil.

 

AMAZÔNIA x DÍVIDA INTERNA e EXTERNA

 

Antes de entrarmos na idéia de hoje, para servir de assunto a comentários com todos os pacientes odontológicos da próxima semana e dar um nível melhor aos temas da cadeira do dentista e à própria imagem da categoria, gostaria de comentar dois acertos nos temas anteriores, ainda que absurdos numa primeira vista.
 

O primeiro, na Veja de 17/8, que em uma nota comenta de um movimento para diminuir o Senado Federal em 27 senadores, exatamente o número de estados brasileiros, como forma de melhorar a imagem da classe política, cortando na carne para mostrar intenções de participação numa melhora do país como um todo.
 

O segundo, na Veja de 24/8, onde outra nota menciona uma proposta de isenção em forma de anistia fiscal para repatriar dólares do exterior. Comenta algo em torno de 20 bilhões, de dólares, que poderiam voltar. Ao que tudo indica a idéia parou com o momento político, para não dar conotação de anistia pura e simples, que no momento atual seria muito criticada. Uma solução é colocar uma condicional, na forma de aplicação compulsória por cinco ou dez anos na construção civil.
 

Comento estes dois movimentos não com intenção de gabar-me dos acertos nas propostas, mas para refletir que outro mundo é possível, exatamente com propostas claras e límpidas, mesmo que meio malucas numa análise inicial. O importante é debater e permitir que o país caminhe, ainda que paralisado politicamente. Os problemas atuais são de partido ou de governo e não podem parar o país.
 

Como defende o Vice-presidente, um dos maiores empresários do país, só teremos crescimento efetivo com juros baixos, para se poder investir ou financiar o próprio crescimento e motivar os empregadores, sem tomar dinheiro dos projetos de governo a fundo perdido, como fizeram muitos.
 

Outra verdade a considerar é que os juros em nosso país só irão baixar quando nosso maior tomador, o próprio governo, não tiver mais esta dívida monstra, aqui não importando quem a contraiu. Por que ela é a geradora ou mantenedora dos altos juros, para permitir a rolagem da dívida pública.
 

Nossa sábia economia popular diz que quanto maior for nossa dívida, maior serão os percentuais que nos cobrarão, pela dependência que se passa a ter dos agentes financeiros. E que nestas situações, uma situação de choque é o melhor caminho. No final do passado tive um momento de aperto. Que fiz? Vendi minha camionete e meu carrão importado a vista e comprei um de menor valor.
 

Nossa proposta/idéia/sugestão certamente vai gerar polêmica e discussões. Mas é exatamente disto que precisamos, para avaliá-la melhor e aprimorá-la. Para tanto só precisa de interlocutores que a comentem e coloquem em debate, como mais uma participação nossa em busca de um Brasil melhor.
 

O mundo civilizado fala de ecologia, reservas vegetais, animais e de água, a sucessora do petróleo, como ativo prioritário para a vida no planeta. Depois de muitos debates foi assinado um tratado para preservá-lo: o Protocolo de Kioto, parte dele debatido na Eco 92, que se realizou no Rio de Janeiro.
 

Pena que o maior poluidor mundial não seja seu signatário. Por essas e outras razões a ONU precisaria ser mais independente, a começar por ter um território próprio, longe das pressões cotidianas e que isso lhe permitisse maior autonomia e maior representatividade, uma ambição do Brasil e de outras potencias emergentes, que aspiram assento no conselho permanente.
 

Nossa loucura de hoje é simples na objetividade e praticidade: trocar a Amazônia que o mundo tanto clama por preservação, pela quitação das nossas dívidas, externa e interna, zerando nossa dependência dos agentes financeiros, que quando falamos das taxas aqui cobradas, mais se assemelham a agiotas financeiros.
 

Numa análise fria a Amazônia só nos gera despesas. Quer para cuidar de suas fronteiras grandes e difíceis de controle, por onde tende a fluir o narcotráfico, como para controlar a exploração ilegal da madeira, com custos altíssimos pelas grandes distâncias e para preservar seus nativos, isentos da exploração pelo homem branco.
 

Na medida em que o mundo se diz interessado em sua preservação, como reserva ecológica do planeta, ele deveria assumir sua parcela de responsabilidade, inclusive arcando diretamente com seus custos, que de outra forma recairão sobre nós, ainda que nos ofereçam contrapartidas, para que o façamos.
 

Outro aspectos simplista da idéia seria a instalação da sede da ONU em seu território, na maior capital da atual região, considerando que isso permitiria uma sustentação à região, com melhores resultados do que a própria zona franca. Algo que para o terceiro mundo seria extremamente oportuno.
 

O fato de o Amazonas e os outros quatro estados da região, que outrora foram territórios, serem quase que integralmente ocupados pela selva amazônica, só corrobora para a idéia de passarem à jurisdição de uma entidade autônoma internacional, preocupada em preservar o planeta do desmatamento e suas conseqüências.
 

A facilidade prática da idéia reside no fato de esta operação não gerar pagamentos e sim acertos contábeis, quer de nossa dívida externa, quanto da interna. A primeira em grande parte com organismos internacionais, que fariam com a ONU, lançamentos contábeis de acertos de créditos e débitos. E a segunda com os agentes financeiros, todos vinculados a países financiadores da própria ONU. Que também se acertariam entre eles.
 

Zerada nossa dívida, todos os nossos superávits primários e da balança comercial seriam, imediatamente, investimentos em crescimento e desenvolvimento. A própria não dependência dos bancos, faria os juros baixarem pela lei da oferta e da procura, que não tendo o governo como tomador diário, seriam de mercado: menos de 1% ao mês, como no mundo civilizado.
 

Dívida zero e diminuição de nossos custos podem parecer um sonho ou até uma ilusão. O que não podemos é ficar dormindo em berço esplendido e ter tantos compatriotas sem ter o que comer. Livres desta dívida hoje impagável, seríamos um novo país, candidato a potência mundial e aí sim, com assento de direito no conselho de segurança.

DOS SONHOS E IDEALISMO DE ALGUNS CIDADÃOS, SAI A REALIDADE DAS NAÇÕES DESENVOLVIDAS. A TODOS CABE O DEVER DE DEBATER O QUE É MELHOR PARA O SEU POVO. ANALISANDO COM ISENÇÃO TODAS AS POSSIBILIDADES E SUAS PERSPECTIVAS. DECIDINDO PELO MELHOR. PARTICIPE ENVIANDO ESTE E-MAIL A TODOS OS SEUS AMIGOS E CLIENTES.

 

 

SOMENTE TRÊS PARTIDOS

 


A sugestão de hoje é simples e direta. Está totalmente relacionada e é decorrente da realidade da nossa política, que se não tiver uma reação forte e imediata, certamente ela cairá em total descrédito ante a população, por muitos e muitos anos.
 

Talvez a principal razão de toda esta atrapalhada de dinheiro em que se acham envolvidos os políticos é a grande quantidade de partidos que temos em nosso país, além das facilidades de passarem de um para o outro, carregando ou vendendo seus mandatos.
 

A solução simplista que certamente não agradaria a muitos dos políticos, por tirar-lhes chances de manobras ou negociatas, seria a transformação destes mais de trinta partidos em apenas três: Partido de Esquerda, Partido de Centro e Partido de Direita, com estes nomes para facilitar sua identificação e escolha por nossa população, que em sua maioria se confunde com as estapafúrdias denominações dos nossos atuais partidos.
 

Com isso as migrações passariam a ser somente ideológicas e não mais fisiológicas, como tem acontecido na maioria das ocorridas nos tempos recentes. As mudanças de partidos ocorreriam necessariamente com coerência, envolvendo posicionamentos.
 

Para tentar conter estas negociatas nas trocas de partidos e apoios, uma chave de segurança bem que poderia ser a vinculação do mandato aos partidos. Caso algum político queira trocar de partido durante o exercício, poderia fazê-lo mas passando o mandato para outro político do mesmo partido.
 

Certamente assim a nossa vida, e a deles também, seria bem melhor. Para que isso aconteça, não adianta esperar que parta deles a iniciativa. Temos que nos mobilizarmos, enquanto sociedade organizada que somos ou deveríamos ser. Para tanto temos que debater e difundir nossas idéias. Faça isso adotando esse tema como conversação com todos os seus clientes durante toda a semana. O futuro do Brasil agradece.

 

 

POVO FICA COM A METADE

DOS JUROS DOS BANCOS

 



Alguns imaginaram que pirei de vez. Outros já se sentiram milionários. Não sou tão louco, nem será assim tão fácil. Mas a idéia e seus desdobramentos valem a reflexão nacional e o debate, para minimizar dois de nossos problemas crônicos: a pequena poupança privada e a grande voracidade dos bancos.
 

Sabe-se que o brasileiro poupa pouco e que isso o limita como comprador, levando-o a ser um comprador de crediário e como investidor, deixando-o totalmente dependente do nosso sistema previdenciário, que é deficiente.
 

Uma das razões para esta pequena motivação a poupança é o ínfimo juro que lhe é pago como remuneração de sua poupança, que é o menor de todos os juros pagos. Quando se ouve que os juros cobrados pelos bancos para operações de cheque especial ou cartão de crédito são da ordem de mais de 10% e que os percentuais pagos pelo próprio governo é pouco divulgado, isso contrasta com os menos de 1% pagos na poupança.
 

Nossa sugestão ao governo como maior tomador de dinheiro dos bancos para rolar suas dívidas é que este crie uma linha especial de poupança, através do único banco que não é banco, mas que tem tentado assim parecer, que por nossa proposta ficaria como a verdadeira Caixa. Esta poupança seria exclusiva de pessoas físicas e determinaria prazos mínimos de permanência (um ano por exemplo), à qual seria paga a metade dos juros pagos aos bancos. Isto mesmo: a metade dos juros pagos aos bancos. Um negocião, para o governo e para os poupadores.
 

Não precisamos ser gulosos como eles (os bancos), pois com a idéia estaríamos ajudando ao nosso país a sair da ciranda financeira na metade do tempo e com um custo extremamente menor. Pagando nesta poupança especial de médio ou longo prazo, a metade do que paga aos bancos, o governo além de diminuir seus custos em tudo que for poupado, estará estimulando o seu povo ao hábito de poupar, que está presente nas grandes civilizações.
 

Na medida em que o povo sentir que esta participando do saneamento das contas do seu governo, com proveito próprio (uma remuneração mais justa para a sua poupança), nosso sentimento de brasilidade aumentará, como deveria acontecer com todo o patriotismo.
 

Com uma poupança melhor remunerada, em pouco tempo deixaremos de pagar estes juros escorchantes, toda vez que lançamos mão do crediário, qualquer que seja a fórmula. É uma tentativa de sairmos deste incomodo título de país dos juros mais caros do mundo, neste caso imundo. E motivar a poupança, iniciadora da maioria das fortunas.

COM CERTEZA UM ASSUNTO QUE DESPERTARÁ GRANDES DEBATES, PELO FORTE APELO POPULAR E POR SER SIMPLES DE SE IMPLEMENTAR OU POR ATENDER A INTERESSES DOS DOIS LADOS, POVO E GOVERNO, COM A TRANSPARÊNCIA DO EXTRATO DA POUPANÇA, QUE ANTIGAMENTE ERA NOS ENVIADO TODOS OS MESES. E ONDE O GOVERNO PODERÁ INCLUIR SUA PROPAGANDA, SEM PAGAR CONTAS ESTRATOSFÉRICAS POR PROPAGANDA, COMO AS QUE DIZEM FORAM PAGAS A MARCOS VALÉRIO E SEUS COLEGAS.

 

 

ISENÇÃO DE IMPOSTOS

 

 

Na proposta de temas para todos os Cirurgiões Dentistas do Brasil, para comentarem com todos os pacientes, em todas as consultas durante toda a próxima semana e assim debaterem soluções simples para o nosso país, vamos sugerir um tema fora da política, por que a julgar pelos últimos acontecimentos, eles estão mais preocupados com os seus bolsos do que com os nossos. Alguns até mandando muito dinheiro para paraísos fiscais.

 

Outros fizeram e fazem fortunas fora do Brasil por seus talentos como empresários, desportistas, modelos, artistas e até os por sua mão de obra. Não se tem idéia do montante do PIB brasileiro gerado fora do Brasil, mas certamente é um valor considerável, que muitas vezes não vem para o país por causa dos impostos. Nossa idéia de hoje, para comentar com os clientes, é nesse sentido.

 

Tudo que os brasileiros ganharem no exterior poderá ficar isento de impostos se este dinheiro for legal, comprovada e integralmente investido na construção de casas ou apartamentos populares em nosso país, para aluguel. A chave de segurança é que estes imóveis precisam ser alugados por valores mensais até 1 % do seu valor de construção, por um período mínimo de dez anos, quando poderiam ser vendidos. Como os juros no exterior são menores do que 1 % ao mês, a isenção do imposto é um bom motivador.

 

A opção pela construção civil de nível popular é porque ela é a que mais gera empregos, nosso déficit de moradias é enorme e, as construtoras se interessam sempre mais em imóveis de melhor padrão, exatamente por falta de capital para investir em moradias populares e também porque o governo não tem condições de investir tudo o que seria preciso para resolver este déficit.

 

Poderia ser estudada uma formula alternativa para permitir a volta ao país destes milhões desviados dos cofres públicos que como está, não irão voltar mesmo. Poderiam ser aceitos por um período pré-fixado de dois anos, o retorno de ativos financeiros, sem comprovação ou menção de origem, desde que fosse pago o imposto sobre a renda, por ter sido dinheiro gerado dentro do país. Não se prenderia o ladrão, mas se colocaria de volta estes milhões no Brasil, para ajudar quem mais precisa: os que não tem onde morar.

 

 

FUNDO ELEITORAL: DEZ POR UM

 

 


Estamos assistindo a momentos que se não fosse o descrédito atual da classe política pelos últimos acontecimentos, seria motivo de consternação nacional. Ver nomes de grande destaque no cenário nacional com a mão na lama suja do dinheiro fácil do caixa dois.

 

Como o veneno da cobra é usado para fazer o soro para combater sua picada, ocorreu-nos solucionar o problema quase eterno do relacionamento entre os que contratam e os que vendem produtos ou prestam serviços aos governos, quer federal, estadual e municipal, com uma idéia simples e prática: instituir uma taxa obrigatória de 1% a todos estes fornecimentos (ao invés dos 10% que parecem estar se tornando quase obrigatórios), dinheiro este que seria recolhido diretamente a um Fundo Eleitoral, que seria distribuído proporcionalmente aos partidos, segundo sua representação pelo número de senadores, deputados, governadores, prefeitos e vereadores.
 

Através deste se eliminaria toda a movimentação de recursos em forma de doações de campanha, que passariam a ser proibidas e legisladas como crimes inafiançáveis, excluindo assim qualquer outra fonte de dinheiro.
 

Este procedimento teria como resultado imediato o fim do abuso do poder econômico por parte dos políticos que amealharam fortunas em suas carreiras, permitindo que o fazer política seja algo exclusivo dos que pensam em melhorar o país.
 

Aproveitaria-se o momento para disciplinar as campanhas, proibindo os métodos espúrios convencionais que permitem a compra de “votos” e outras formas de aliciamento de eleitores, além de cerceá-las com restrições financeiras.
 

A mesma medida definiria a televisão, o rádio e os jornais (porque não?) como os únicos meios aceitos para propaganda eleitoral, que não seria mais gratuita e sim paga pelos partidos, com dinheiro de seus fundos, dentro da mesma tabela que hoje cobram dos partidos mais abonados, que nos enchem de propaganda, muitas vezes por duas vezes no mesmo intervalo comercial.
 

Tudo que é velho e convencional, tal como “showmicios”, santinhos, brindes, camisetas, chapéus, pés de sapato, dentadura superior para posterior entrega da inferior, caso o candidato seja eleito, seria proibido por lei eleitoral.
 

Para que a combalida classe política possa sair rápido deste imbróglio em que se meteu, todos poderiam sugerir em suas conversas com os seus clientes, durante as consultas, que este Fundo Eleitoral fosse adotado com urgência, como medida provisória, ainda este ano para que esta moralização começasse já na eleição do ano que vem, para não corrermos o risco de ver outra vez um partido que se apresentava como defensor da ética e da moral política, envolvido num mar de lama, como o que temos visto.

SE ACHOU INTERESSANTE A NOSSA IDÉIA LEVE-A ADIANTE PARA TERMOS UM BRASIL MAIOR E MELHOR, COMO MERECEM OS CIDADÃOS HONESTOS E IDEALISTAS. PARA COMEÇAR ENVIANDO ESTE E-MAIL A COLEGAS, PARA QUE EM TODOS OS CONSULTÓRIOS DO BRASIL, A TODOS OS PACIENTES QUE FOREM ATENDIDOS NA SEMANA, ESTA IDÉIA SEJA APRESENTADA E DEBATIDA. E QUE DELA SURJAM APERFEIÇOAMENTOS DEFINITIVOS.

 

 

FIM DOS SENADORES BIÔNICOS

 

 

Como os senadores da república estão muito em evidência por conta das três CPI’s em andamento, propomos um tema para conversações que os envolvem diretamente. Lula e seus pares, durante quase três décadas condenaram quase tudo que os militares da ditadura fizeram. Talvez tenha chegado a hora de corrigir alguma coisa, dentre estas.

 

Um dos atos políticos mais sujos do período militar foi a criação, por ato institucional, da figura escrota do senador biônico. Para os mais novos, explico: na época tínhamos dois senadores por estado, que se renovavam a cada quatro anos, um por vez. Para mudar as forças do Senado, os generais decidiram criar para todos os estados, um terceiro senador, também com mandato de oito anos, que se não me falha a memória, ainda teve os primeiros indicados pelos métodos de exceção, para o primeiro mandato, alterando totalmente a representatividade no Senado Federal.

 

Passou o período dos militares, vieram as diretas já, elegemos alguns presidentes e nenhum deles tocou no assunto de eliminar a figura torta do senador biônico (ou biotônico, como chamavam alguns à época). Como o momento é ruim para todos os políticos, que cada vez estão mais desacreditados, seria uma boa hora para, com uma medida provisória, acabar com este senador biônico,que é por demais desnecessário.

 

Com este ato o Presidente faria uma diminuição significativa nos custos do Poder Legislativo, que nos anos de eleição presidencial elegeriam sempre um senador por estado e não dois como acontece a cada oito anos, dando sinais efetivos de que pretende moralizar o país, minimizando a possibilidade de falcatruas contra o dinheiro arrecadado do povo, que é para ser usado em benefício do povo e não para políticos que pensam em mensalão, venda de partidos (antes falavam de mandatos), malas de dinheiro e presentes por negociatas, agora feitas em depósitos para comprar carrões, descaradamente no nome do corrupto.

 

A medida provisória se faz necessária porque se for depender dos deputados e senadores, esta idéia não passa nunca, pois são novos cargos o que mais os interessa. Além do que eles têm tanta podridão para desvendar, que nem vão dar ao assunto a atenção que merece. Ajude a acabar com este vestígio do governo de exceção e diminuir o déficit publico, fazendo o que de mais simples existe para sanear contas: cortar gastos supérfluos.

 

 

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